Anuário Noivas

Matérias

30/10/2007

As noivas cinematográficas de Paris

Casar não é cena de cinema, exibição de poder ou, pior ainda, lance de marketing. Mas...fazer o quê? Tem gente que insiste nessas trips (Catherine Zeta-Jones, por exemplo). Tadinhos dos maridinhos, sorte dos criadores que faturam muitomuitomuito. Quanto custa um vestido desses? Aiaiai, o preço de uma noiva alta-costura “não tem preço”... Em compensação, olha só: a noiva de Chanel é uma imagem apoteótica, clássica e futurista ao mesmo tempo, uma lufada de plumas e “sequins”, cabeça-cagoule (encapuzada) e ui! óculos escuros. A noiva de Lacroix sai completamente da “mesmice” da brancura universal e chega quase divindade com seu vestido patchwork (brocados milionários e seda adamascada de flores). Cintura alta, ombros majestosos. Cabeça incrível, um buquê barroco que até Nossa Senhora curtiria... A noiva de Gaultier não é bem noiva, queridinha, trata-se de um noivo mesmo (lindo de morrer!, ui!). Dá uma de marajá das 1001 noites, com direito a turbante emplumado e... véu de noiva! Usa sarong de lamê pura prata, drapeando/velando a “veste” india-song very tailored, decoradíssima por platinas de falsos brilhantes e dragonas de metal. Oitocentos “bijoux” e... que meigo!, como buquê, um enorme lírio branco!!!


Veja aqui As Noivas Cinematográfica de Paris


POR REGINA GUERREIRO

FOTOS DE MÁRCIO MADEIRA